domingo, 4 de abril de 2010

DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA (21 DE JANEIRO )


Estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Brasil. O Brasil é um país religiosamente diverso, com a tendência de mobilidade entre as religiões e à intolerância religiosa, tendo sido criado até mesmo o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (21 de janeiro) por meio da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, o que foi um reconhecimento do próprio estado da existência do problema.A população brasileira é majoritariamente cristã (89%), sendo sua maior parte católica. Herança da colonização portuguesa, o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado laico. A mão-de-obra escrava, vinda principalmente da África, trouxe suas próprias práticas religiosas, que sobreviveram à opressão dos colonizadores, dando origem às religiões afro-brasileiras.Na segunda metade do século XIX, começa a ser divulgado o espiritismo no Brasil, que hoje é o país com maior número de espíritas no mundo. Nas últimas décadas, as religiões protestantes têm crescido rapidamente em número de adeptos, alcançando atualmente uma parcela significativa da população. Do mesmo modo, aumenta o percentual daqueles que declaram não ter religião, grupo superado em número apenas pelos católicos nominais e evangélicos. Muitos praticantes das religiões afro-brasileiras, assim como alguns simpatizantes do espiritismo, também se denominam "católicos", e seguem alguns ritos da Igreja Católica. Esse tipo de tolerância com o sincretismo é um traço histórico peculiar da religiosidade no país. Seguem as descrições das principais correntes religiosas brasileiras, ordenadas,pela porcentagem de integrantes de acordo com o recenseamento demográfico do IBGE em 2000. Fonte: Religiões no Brasil Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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